Para promover mudanças no ambiente, pensamos e agimos em função de relações afectivas, mesmo que não o façamos conscientemente.
A possibilidade de modificar uma dada situação implica criar, e a criatividade é indissociável da espontaneidade (esta permite que o potencial criativo de actualize e se manifeste).
Jacob desde pequeno que era genial, aos 4 anos organizou uma brincadeira com algumas crianças, na cave da casa dele e a sua mirambulante ideia foi a de empilharem cadeiras em cima de uma mesa até ao tecto e depois "brincar de Ser Deus" : - os amigos dele faziam o papel de anjos e incentivavam Moreno para que ele voasse!
Acção dramática assumida pelo pequeno actor embalado no sonho de que era Deus... o resultado foi o braço esquerdo partido e essa experiência psicodramática é sentida por ele (ah pois.. ihihih...) como aquilo que o impulsionou a criar um tal método chamado, Psicodrama.
Era, no meu ponto de vista, um extravagante, bondoso, surpreendente e... um génio - louco, confundia-se na rua com o actor - cidadão, na adolescência teve aulas com Freud, discordava dele sabendo discordar, pensava por ele próprio, sem medo! E debatia-se, era também adepto fervoroso de Filosofia, era uma Criatura só a si mesma comparada e que aos outros e dos outros se entendia e através de si se entendiam e assim se fez o Era Uma Vez... não sei se me fiz entender...sei lá.. e todos os "pois" e "pois" e "ses" e "ses" eram para ele ilusões que transformava em realidades .... era o Aqui e Agora!
Faço este pequeno Tributo a Jacob Levy Moreno, um senhor em que o olhar significa: Ver!

























