Friday, April 09, 2010

Um Tributo a Jacob Levy Moreno

...e quando me tiveres encontrado, eu arrancarei os teus olhos e os colocarei no lugar do meus, e tu arrancarás os meus olhos e os colocarás no lugar dos teus. Assim, eu passarei a ver com os teus olhos, e tu a ver-me, com os meus.
JACOB LEVY MORENO 1889-1974
Pai do Psicodrama , da Sociometria e da Psicoterapia de Grupo
Foi Jacob que "formalizou" a ideia de espontaneidade.
A espontaneidade, a criatividade e a sensibilidade são recursos inatos do homem. Desde o início o ser humano traz consigo factores favoráveis ao desenvolvimento desta capacidade, porém estes factores podem ser perturbados por ambientes ou sistemas sociais constrangedores.
Moreno, não considerava o nascimento como um evento angustiante e traumático, e concebia o rebento humano como um agente participante desde o primeiro momento em que ele aparece perante os outros, tendo até começado a sua participação antes de se "estrear" ao Mundo. O factor "E" ou Espontaneidade é a capacidade de responder adequadamente a uma situação, e é utilizada pela primeira vez logo no nascimento.
O Homem nasce espontâneo e deixa de o ser devido a factores adversos tanto do ambiente afectivo-emocional (matriz de identidade e átomo social), quanto do ambiente social em que a família se insere (rede sociométrica e social).
Para que tenhamos o prazer em nos sentirmos vivos é preciso que nos reconheçamos como agentes de nosso próprio destino. A espontaneidade é a capacidade de agir de modo "adequado" diante de situações novas, procurando transformar seus aspectos insatisfatórios em positivos ou construtivos.

Para promover mudanças no ambiente, pensamos e agimos em função de relações afectivas, mesmo que não o façamos conscientemente.
A possibilidade de modificar uma dada situação implica criar, e a criatividade é indissociável da espontaneidade (esta permite que o potencial criativo de actualize e se manifeste).

Jacob desde pequeno que era genial, aos 4 anos organizou uma brincadeira com algumas crianças, na cave da casa dele e a sua mirambulante ideia foi a de empilharem cadeiras em cima de uma mesa até ao tecto e depois "brincar de Ser Deus" : - os amigos dele faziam o papel de anjos e incentivavam Moreno para que ele voasse!
Acção dramática assumida pelo pequeno actor embalado no sonho de que era Deus... o resultado foi o braço esquerdo partido e essa experiência psicodramática é sentida por ele (ah pois.. ihihih...) como aquilo que o impulsionou a criar um tal método chamado, Psicodrama.
Era, no meu ponto de vista, um extravagante, bondoso, surpreendente e... um génio - louco, confundia-se na rua com o actor - cidadão, na adolescência teve aulas com Freud, discordava dele sabendo discordar, pensava por ele próprio, sem medo! E debatia-se, era também adepto fervoroso de Filosofia, era uma Criatura só a si mesma comparada e que aos outros e dos outros se entendia e através de si se entendiam e assim se fez o Era Uma Vez... não sei se me fiz entender...sei lá.. e todos os "pois" e "pois" e "ses" e "ses" eram para ele ilusões que transformava em realidades .... era o Aqui e Agora!

Faço este pequeno Tributo a Jacob Levy Moreno, um senhor em que o olhar significa: Ver!

Tuesday, April 06, 2010

Nada É Por Acaso

A vida tem leis perfeitas que determinam o equilíbrio do universo.

Ela criou o homem com destino à felicidade, mas determinou que esta conquista fosse feita com esforço próprio, e com a finalidade de que o homem valorizasse as suas victórias.
Tudo na vida depende do modo como olhamos para as coisas. Todas as situações têm vários lados. São as nossas crenças, aquilo em que acreditamos, que vão determinar como vamos lidar com as situações que nos surgem pela frente... inusitadamente.
Agora, as leis cósmicas são perfeitas e vão agir com a verdade, independentemente das ilusões, dos auto-enganos, dos comodismos, das falsas-verdades, etc.
A vida nunca pune. Ela ensina, mas à sua maneira. E sinaliza de diversas formas, tenta advertir as pessoas provocando situações nas quais elas podem perceber a verdade, no entanto, para os resistentes, que se acomodam e não querem mudar, ela permite que colham os resultados dos seus enganos para que aprendam o que já está maduro para ser compreendido.
Conhecer e aplicar as leis cósmicas significa caminhar pela e com a inteligência e sofrer menos. Quem percebe os primeiros avisos da vida, rectifica o seu caminho e vive melhor.
As leis universais são sábias, perfeitas. Visam o equilíbrio do universo e o progresso do Homem. Agem com amor e sabedoria.
Observando a vida, a vida fala connosco, por sinais e aprende-se experimentando.
É preciso estar atento.
Um acidente, um facto desagradável, pode ser uma advertência.
Uma desilusão é a visita da verdade tentando restabelecer o equilíbrio.
É valorizar a falta do que precisamos, em vez de agradecer o que já temos e que não nos preenche.
É viver relacionando o que falta.
Não aceitar uma passividade, quando dentro de nós acreditamos que merecemos coisas melhores ou que somos capazes de progredir.
A pobreza tem vários aspectos e age em cada um de acordo com suas necessidades.
No espírito, no corpo, na mente...
Para os acomodados, os agressivos, os manipuladores, os presunçosos, os que se julgam, ou e até os que acreditam que ser "pobre" é ganhar o céu, a vida vai apertando o cerco, tornando a situação cada vez mais difícil, para provocar uma reação que as obrigue a rever suas crenças e procurar novos caminhos.
É preciso olhar além do que parece.
Há pessoas instruídas, com boa escolaridade, que não conseguem sequer sustentar-se, por exemplo, enquanto que outros, sem nada disso, têm uma vida bem melhor.
Claro que a instrução é importante, mas não é tudo. O mais importante é saber aproveitar as oportunidades.
Se observares a vida de uma pessoa que obteve sucesso em todos os aspectos perceberás que ela nunca perdeu uma boa oportunidade. A Oportunidade é uma dádiva...aquele que nunca teve medo de ousar, de mudar, de procurar aprender mais... porque só vivemos 1 vez... bem... pelo menos, 1 vez, de cada vez!

Thursday, April 01, 2010

O Maior Risco da Vida

Erguer um muro à volta do coração, não nos protege de nada – apenas afasta as pessoas.
Gosto realmente de acreditar no Encontro, no Juntos para sempre enquanto o é.
Mas que seja algo de verdade. Algo precioso e não rasca que vai para o lixo emocional e que vai ganhando cada vez mais espaço à medida que o enchemos.
....Às vezes deitamos fora coisas preciosas… mas elas continuam a ser preciosas…
Para mim é muito importante actuar na vida, como estou a fazer agora, porque ao fim ao cabo sempre o fiz e seria insuportável para mim que fosse o silêncio imaturo que tomasse lugar, lugar ao quer que seja.
Não existem regras para nada, nem para o que faz ou não faz sentido, para ti, ou para mim.
Nada é de uma hora para a outra… as regras dizem que: não devemos beijar na primeira noite, não devemos ter intimidade, não devemos beber vinho no primeiro encontro, não devemos isto, não devemos aquilo, não devemos Nada, etc. E isso são regras mesquinhas e isso eu sei bem, servem para nos martirizar, para nos culpabilizar, para nos encherem de preconceitos ... "encham esse saco e deitem fora à vontade"...
O que tem valor é a pessoa… é assim…ou não é?
Ninguém tem ninguém, logo ninguém perde ninguém. Mas perdemos, sabem o quê? Nós próprios, a nossa verdade, a nossa essência. Se não agirmos para nós, mesmo cheios de medo e de vontade e de tudo e de nada...
Não posso deixar que a mágoa arrefeça o meu coração, nem que me desmobilize da forma genuína como tenho vivido.
Não vou deixar que os meus erros me tolhem os passos. Toda a gente erra e muito, durante a Vida. Aliás a Vida só é satisfatória se errarmos e aproveitarmos essas oportunidades para crescermos e avançarmos. Os erros tornam-me mais forte e avisada. E a forma como os vou gerir e aproveitar é que determinará a minha felicidade.
Eu por fora e por dentro, sentida pelas coisas que quero fazer, que quero conhecer, visitar, entender, do meu simples estar, do meu simples não-estar. Porque: Chega de "vampiros" à minha volta!

Porque que é que eu tenho deixado isto ter-me vindo a acontecer? Porque será que não me gosto? Deixei-me ser usada e acreditava que eu própria gostava desse não-gostar, desse não-querer, desse não-saber, e neste auto-engano, que coisa terrível, ainda recebia essas "migalhas" e esse mesquinho desprezo, uma presunção assustadora e negligências absurdas e sem sentido... tudo o que estive a viver recentemente foi, enfim... aterrador. E fiquei eu também sem saber de mim...
Eu sou já uma mulher e não uma adolescente carente. Sinto-me carente e sei que sempre nos sentiremos carentes acompanhados ou não, em muitos momentos das nossas vidas, mas, eu – já sou uma Mulher e sinto-me inteira, e penso como uma mulher e quero como uma mulher, logo quero ser tratada como tal, não o contrário, e nunca assim, aos tombos e pontapés, sem qualquer pudor – não pode ser. Também, admito que deixei isso acontecer... Mas eu, não o fiz, e isso conta, e muito!
Mas ao darmos sozinhos chegamos a um ponto em que terminam as nossas dádivas, obviamente, e depois voltei a ficar vazia, sem vontade e a olhar para algo que deixou de ser interessante.... e finalmente.
Preciso estar mais disponível para mim, dar-me tempo e perceber, para depois saber ver quem tenho à frente, quem gosta realmente de mim, de quem eu gosto, e isto a muitos níveis e com paz.
É que hoje em dia, falamos muito e amamos pouco.

Para mim, o maior risco da vida é não fazer nada.
Continuarei a viver e a errar em tanta coisa, concerteza e a aproveitar cada oportunidade, para me reforçar e crescer.
Viverei e amarei profundamente. Generosa e plenamente, como tenho feito até agora.

Mas não assim, não daquela forma, ainda que possa não conhecer outra... ou será que apenas está adormecido em mim esse saber...
Talvez, seja isso. Simplesmente.

Wednesday, March 31, 2010

...

Softly, I move away myself from you..
And I move my self from my dreams too..

Sintonia

Saber amar é esperar, não apenas a vontade do outro, mas de saber-se o momento.
Não do momento oportuno, mas sim do tempo.
Pois que para quem sabe amar, a paciência é parte e impaciência à parte.
Saber amar é ensinar e aprender, sem mesmo o saber fazer.
Pois que não se impõe e apenas se deixa ser.
Quem sabe amar tem um modo de ser não prepotente e um jeito delicado e sensual de quem sabe dar-se.
Saber amar é estar sintonizado.
E nem está preocupado pois que é tão espontâneo...
Quem sabe amar sempre sabe até o que o outro quer dar...
Saber amar é estar sempre atento, àquilo que pode nem ser dito, mas que de alguma forma foi expressado em gestos, em olhares, em suspiros e silêncios.
E há sempre que reconhecer, que compreende tudo, mas não aceita todas as desculpas e há de com jeito fazê-las explicar, talvez com um pouco de renúncia, pois mais adiante ela se desfaz inteira, por ser dual e não unilateral.
Existe um tom de amizade sempre a todo momento, na pessoa que sabe amar.
Mas não se aprende por experiência, ou à força. Exitem energias mais fortes que as nossas próprias...
De amor em amor, quem sabe amar tem o dom e apenas o pode deixar fluir tranquilo, quando encontra aquele que sabe entender como receber esse amor.
Quem sabe amar entende que vai se fazer falta e a falta que lhe faz o outro.
E ainda assim sente-se triste por provocar essa dor e  isso faz parte do amor e de quem apenas sabe amar.


Texto de Vinícius de Morais.
Adaptado por CaLua.

Tuesday, March 30, 2010

Túnel

Túnel de luz.
Túnel vagabundo e rabugento.
Um túnel que faz parte da minha construção.
A transformação que invento com as minhas próprias mãos, com a minha própria arte de viver.










Não digam de cor:  Há uma luz ao fundo do Túnel!!!








Eu vi, e realmente há luz no fim do túnel, naquele que encontrei...ou que me encontrou?

Monday, March 29, 2010

Mar Alto


As tempestades, o nevoeiro, a neve, são coisas que por vezes te atrapalharão. Nessa altura, pensa em todos os que as conheceram antes de ti, e diz simplesmente: o que os outros conseguiram também eu hei-de conseguir.

(Saint-Exupéry, Terra dos Homens)

Friday, March 26, 2010

CaLua

                                                     Today I am with the Moon..

Thursday, March 25, 2010

Porta Empenada

Sei que já construí os alicerces, e que agora tudo o que semear é para a construção de uma base mais sólida, a cada dia que passa mais e mais me encontro comigo mesma, ainda que corra o risco de me tornar de tal forma autónoma no sentido narcísico ao ponto de embater contra a minha própria parede interna, também sei que posso arriscar e conseguir  encontrar o caminho de uma libertação de certas amarras que me tolhiam os passos e me fechavam a boca, me prendiam as pernas e me vendiam os olhos.
Assustadoramente estive presa numa gaiola, que "PLIM" descobri que sempre tivera a porta empenada... sair e não sair dela é uma opção igual a ela mesma, porque a liberdade é um conceito vazio, como sempre disse, e a dependência narcísica vencedora, como tenho vislumbrado.


Mas atenção, sempre o disse, sabem porquê? Porque olhava atentamente para as gaiolas penduradas ao lado da minha e era isto que aprendia... e gritava-lhes, como um canário que "canta" numa gaiola fechada...  

A Magnificência mostra a conquista de uma estabilidade interior, que vem com uma sensação de conhecer a minha história, entender como surgiu e para onde vai, ou querer que ande mais... que ande!
Sempre me disseram que para plantar era necessário ter um solo fértil, sementes e bom clima. E que depois nem tudo dependia só do nosso esforço, seria sempre necessária encontrar a possibilidade de contar com os outros e também com elementos externos para compor as próprias bases. E hoje, percebo que é verdade... E é uma verdade, bonita. Eu já sabia que era verdade, mas era uma verdade, para mim, banal. Agora é uma verdade bonita e é mais agradável assim. Pois é.
Estou disposta a equilibrar a ansiedade do momento porque o meu Ser quer fazer tudo e mais um pouco.
A esta ansiedade chamo - Inovação - como elemento de evolução. Ansiedade? Sim, é uma palavra feia e dura que se bem trabalhada se transforma, tal como o caos em harmonia, ou como uma minhoca, que depois afinal, é uma borboleta, e que coisa deslumbrante... uma borboleta!?
Esta força, que alguns têm é a grande virtude humana. A força de um esforço dirigido à própria inspiração que sentimos dentro de nós e que nos grita que existe algo mais que ainda não conhecemos...

Tuesday, March 23, 2010

Sinto-me assim:

Foto By Clark Little

Num mundo em que a vida se une tão bem à vida, em que as flores se casam umas com as outras no próprio leito do vento, em que o cisne conhece todos os cisnes, só os homens constroem a sua solidão.
(Saint-Exupéry, Terra dos Homens)

Saturday, March 20, 2010

Vende-se - Uma mala cheia de tolices!

… ainda estou bem segura ao muro e embora alguns perdidos me possam encontrar, não conseguem fazer com que eu o largue, porque depois terei que caminhar sozinha e sem rumo afectivo... basta-me subir e pular outra vez, ou na subida encontrar uma mão que me puxe com a força necessária e justa.
Percebi que existem muitas pessoas deste lado e que se relacionam umas com as outras sem custos... digo Custos Emocionais…porque o resto, terá sempre que se pagar, mais cedo, ou mais tarde? Estarei errada?
São os e as profissionais.

Como? Desculpe? Não oiço? Não devo falar? Não devo dizer o que penso? É uma tolice?
Sempre fiz tolices, sempre disse tolices, eu sou uma tolice, pronto,  e as tolices são uma forma e não uma contra-forma…
Eu não sou aquela e a outra e existem por aí muitos e tantos, e continuo por isso bem tola, porque é mais digno dizer tolices... 
Todos temos medo. É a consciência de um adulto cada vez mais adulto. Cuidado com o bicho PAPÃO!!
Mas a liberdade é um conceito vazio e existe quem ainda não se tenha dado conta disso e, no entanto, a dependência narcísica, vencedora!


E quando assim é, não é desafiante!


Vendo uma mala cheia de tolices!
Quem compra? É uma pechincha!!

Saturday, March 13, 2010

Contra Luz

e nem que seja a ContraLuz... porque se sentes um alívio interior, então tens a certeza que estás certo...


http://www.youtube.com/watch?v=dRTqFjflgto


As palavras e o António, tocaram-me imenso e são simples... simples... e o resto está bonito.
Está bonito, dei por mim a olhar para aquilo e a surpreender-me e a pensar: ops! Está bonito, pá!
Vive, porque afinal é o que temos e depois sabemos lá???  E a vida está cheia de coisas boas! Temos é que saber "torneá-la" bem... faz parte do treino, meus amigos!

Saturday, March 06, 2010

Sunday, February 14, 2010

MURO cru

Não quero viver de fantasias, quero viver de realidades fantásticas.
Medo das palavras? Não. Nunca tive. Das palavras, não propriamente.

Mas a perplexidade deixou-me muda.
É tudo claro e evidente, e se o medo é a falta do entendimento da "coisa"... essa falta... essa não existe.
Às vezes deitamos fora coisas preciosas… mas elas continuam a ser preciosas…

Apenas.


















Apenas?

Friday, February 12, 2010

RAGS HUMAN LIFE

Instalação de Vídeo-arte
Namora Caeiro
(acervo da Faculdade de Belas Artes de Lisboa - FBAUL)
.../...Video art installation
Namora Caeiro

(collection of the Faculty of Fine Arts of Lisbon - FBAUL)


Clica no link e diverte-te:

http://animevanessanamoracaeiro.blogspot.com/search/label/%23%202006%20.%20Happy%20Family%20.%20Rags%20Human%20Life.

http://www.myspace.com/flashclic_nakedmonkey

Sinopse / Synopsis:
Primeiro um corpo, depois uma perna e outra, mais adiante uns braços, olhos, boca nariz, cabelo e "voilá". Duas personagens, um casal maravilha entra em cena. Bonecos feitos de trapos, cosidos, furados e moldados, onde a linha não é tímida, contracenam em pequenos ecrâs, cenas do dia-a-dia. De união e desunião, desde relacionamentos às básicas necessidades humanas, numa miscelânea de realidade nua, contada numa linguagem animada e remendade...ou talvez não!
.../...
First a body, then a leg and another, below some arms, eyes, mouth, nose, hair and voilá. Two characters, a wonderful couple enter into play. Dolls made of rags, stitched, pierced and shaped, where the line is not shy, act on small screens, scenes of day to day. Of unity and disunity, since relationsships to the basic human needs, a miscellany of naked reality,told in a animatedand patched language ... or maybe not!
Pequena nota minha:
Namora Caeiro, é uma artista genial e exclusiva! UFA! Espreitem! Calua!

Saturday, February 06, 2010

VIDEO A MOTA

Para quem quiser viajar um bocadinho...
Espreitem o blog dos Ten_Tart...

www.tentart.blogspot.com

A MOTA anda aí... e silenciosamente.
Boa Viagem!

Tuesday, December 01, 2009

Tanto é flor na Hora certa, como presente fora de Hora

"Pois é". Quando tal diálogo acontece e duas pessoas percebem, vem a dúvida... Não está disposto na lei
da vida que duas pessoas se saibam amar. O normal é as duas não saberem.
Quanta gente prefere viver com alguêm que "sabe" amar, mesmo que não o ame.
Mas o Universo, a Energia, sabe mais do que nós...
Tanto é flor na hora certa, como presente fora de hora... é...
A coisa só tem sentido quando é sentida. O amor é especulativo, como são estas palavras. Demorei para entender que querer amar não é o mesmo que amar.
Quando aquela pessoa chega, não a desejas porque apreciam as mesmas coisas, simplesmente a desejas.
Querer estar acompanhado não é o mesmo que ter alguém efectivamente a seu lado.
Porque só te acompanha de verdade quem realmente toca a tua alma e não uma versão de prateleira vitaminada. Pode vir sem nutrientes, fazer tonturas e muitas dores e cais em overdose...
A nossa melhor companhia ainda somos nós mesmos porque definitivamente não é fácil encontrar quem caiba no banco do lado desta viagem.

Friday, November 20, 2009

Nem Sempre

(...)
Nem sempre sou igual no que digo ou

(escrevo.
Mudo, mas não mudo muito.
(...)
Fernando Pessoa

DIVIDIDA

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Fernando Pessoa

Wednesday, September 16, 2009

O CISCO E A ESPIRAL DO CONHECIMENTO




O Cisco e a Espiral do Conhecimento da Companhia de Teatro Piupardos arrancou no fantástico Teatro Campo Alegre, no Porto, em 2009!
Estivemos por lá todas as manhãs e tardes de 2 a 6 de Novembro. Com um público fantástico e uma recepção calorosa!


Obrigada!Parabéns também à nossa incansável encenadora Sónia Aragão!

2009 / 2010/ 2011 pelos Teatros de Portugal

O CISCO E A ESPIRAL DO CONHECIMENTO

AUTORIA E ENCENAÇÃO DE: SÓNIA ARAGÃO
COM ANA LÁZARO, DAVID MESQUITA E PATRÍCIA CAEIRO
"...SERÁ QUE TODAS AS REALIDADES EXISTEM SIMULTANEAMENTE ?..."
SinopseO espectáculo começa numa noite de chuva. Francisco, um adolescente amante do skate e de rap, tenta passar o nível de um jogo. Uma partícula de luz, gerada por um relâmpago, entra no quarto de Francisco e transporta-o para um universo paralelo.
Nesta nova realidade, entre o explodir de trovões e o uivo do vento, Francisco, que tem um braço e uma perna engessados fruto de uma queda de skate, descobre este ponto de luz, que se move criando formas geométricas. O medo tolhe-lhe a razão e os movimentos ainda mais que o gesso. Mas à medida que esta partícula luminosa, este cisco de energia comunica com o Francisco através da matemática, animando a sua vida. Francisco, juntamente com a sua irmã e o computador, amigo inseparável nesta aventura, tenta decifrar enigmas, faz perguntas, pesquisa, dá respostas, coloca hipóteses, raciocina... e entra nesta grande aventura da descoberta de quem somos.
Oscilando entre a ficção científica, a comédia e a matemática, o espectáculo desenvolve-se ao ritmo do rap, numa atmosfera juvenil e envolvente.
A Companhia de Teatro Piupardos, com o patrocínio do Optimus Kanguru e-escola e da Porto Editora, espera abrir um caminho para a imaginação dos espectadores e ser um veículo para o prazer de aprender.

Saturday, May 30, 2009

Teatro Reflexo_ A MOTA_ TEN_TART


APRESENTA :

A MOTA
Em cena dias 11 e 12 de setembro de 2009
Sexta e Sábado
21h30
Teatro Reflexo, em Sintra.

TEN_TART
Grupo de Teatro e Animação

Tuesday, April 14, 2009

Não me parecia Ultrapassável

Não digas nada, acredita só que cheguei faz pouco tempo.
Deixa-me falar-te de tudo o que sei. Passou tanto tempo, ouve-me só e acresecenta um sorriso a esta solicitude branca. Eu não falo muito como vês, nunca falei muito, porque achava inútil. Sabes vou vivendo... e puff...
A confusão não me parecia ultrapassável. Tudo se tornou, ou pelo menos tornar-se-á, o pânico existente, que não nos eleva e tão pouco aclara o que para nós é obscuro. E no entanto, tudo o resto permanece em movimento, fluindo com invariável vigor. Resta-me porém estar atenta. Admito esforçar-me o bastante para conceder à minha vida um caminho necessário e transparente. Apesar de tudo, acabo por não ter só um. Acabo por ter vários. Mas todos me levam invariavelmente ao mesmo destino, que eu, desde cedo, conheço, mesmo sem previamente o saber.
Sinceramente o dramalhão, não faz parte dos meus desígnios, embora eu o queira parecer. Eu soube sempre quem devia amar, o que devia amar e porque devia amar. Só não sabia como.
Assim desconfio que apesar de tudo, o que me vier a suceder no futuro será o resultado de eu querer o que quero, mesmo que não aprecie o que me suceda, mas pela mera circunstância de querer. Porque todos queremos. Não importa o quê.
Não há imagem mais deprimente do que contar o tempo para trás e actuar-lhe um espessissímo fio condutor que nos possa explicar razoavelmente esse inconstante. Nunca convém ser muito explicável, se calhar nem definivel. Durante tempos, vivi em absoluto abcecada com a idéia de me definir rigorosamente. Depois cheguei à feliz conclusão de que isso não era importante. Não era nada importante. A expontaneadade perdia-se inteira em absurdas ruminações. Nunca somos uma só coisa. Que se deve ser uma desordenada colecção de experiências felizes ou infelizes, prováveis ou improváveis, é uma evidência simples que até nem trás muito de novo, e que a vida é um risco, é um pólido lugar comum que não surpreende nem atemoriza, todos nós o sabemos.
Recordo-me, quando me aproximáva, tão apressadamente, dos trinta anos, que concebia essa época como um futuro longinquo e não pensei sequer que ela viesse. Mas queria e muito que ela chegasse. Pergunto-me hoje, se tal desejo, não acertou no longiquo e errou no admirável. Pergunto-me hoje se quero. Às Vezes. Outras vezes expremo-me de entusiasmo por saber que foi cruzada a fronteira. O delirio oxcilante é um pouco patético. No fundo só se trata de uma vago acréscimo de... idade.
Quando se lê, sem uma indespensável moderação, corre-se o risco que "aquele" mundo passe a ser o nosso "único" mundo. Depois, com excesso de sabedoria a nossa liberdade simplifica-se e acabamos por perdê-la. O terreno que se pisa, foge-nos movediço. O que há para ler, não é lido. O que é lido, é mal lido. O que foi lido, espera ser lido outra vez. Nesta correria, o mundo observa-nos com a sua infinita paciência que oscila com batidas cardíacas aceleradas e constipadas que, por vezes, tomamos por escárnio.
Quanto ao meu presente, concluo que o amo, ainda que por vezes o veja enegrecido, até porque vistas bem as coisas nunca o senti assim. Ou senti pouco. Era meu costume cansar-me dele por razões de mimo, esquecendo-me que antes o desejára quando este mais não era que uma segura promessa do tempo. No passado cabia o desdém, no presente um inexplicável langor, no futuro uma espantosa cobiça.
E agora, às vezes, serão as únicas palavras que sei que sei...
O às vezes é mais certo que o correcto.

http://www.youtube.com/watch?v=oqSulR9Fymg&feature=related

Wednesday, March 11, 2009

Princípio de Peter

Já pensaram como todo um bando de idiotas consegue dirigir os seus escritórios, fábricas ou lojas? Eles, como todos sabemos, não conseguem sequer organizar uma bebedeira numa cervejaria, mas o que não sabemos é como conseguiram chegar até lá acima. A resposta é-nos dada em

PRINCÍPIO DE PETER

"Neste interessante livro, os autores explicam que as pessoas tendem a ser promovidas até atingirem um posto que não conseguem ocupar competentemente. E, nessa altura, é demasiado tarde para os tirar de lá. Existe um toque arrepiante de verdade por trás de tudo isto."
Daily Mirror

Nota: só para partilhar isto mesmo!!!

Monday, March 02, 2009

Provérbio Chinês

O amor por uma pessoa deve incluir os corvos do seu telhado.

Olhei Para a Realidade Com Grande Surpresa Tua...

Preciso estar atenta.
Parece querer falar de novo, já se endireitou na cadeira e fixou os olhos na parede da frente, um dos medos afinal tem razão de ser, agora quer falar a teu respeito...
Sem quase dar por isso falava em medos.
Afinal tão parecidos com os meus.
Imaginava.
Não fui capaz de falar, o pensamento fugia-me noutra direcção... que já estava tudo decidido dentro de ti... qual ilusão essa da decisão... errática e bem feita que ela é!
Nesse dia caminhaste sem pressa ao longo do mar, apanhavas conchas e pedras para logo as deitar fora, a certa altura estavas a olhar as gaivotas, depois deixei de te ver.
O nevoeiro tinha chegado, e a custo voltei a distinguir-te ao longe. Com cuidado atravessavas as rochas cobertas até ao fim... da praia.
Com a neblina à volta não vias nada e podes ter a certeza que te amei... inteiro... só mais tarde a minha cabeça se distanciou.
Tiveste uma reacção demasiado calma. E hoje foi no meu corpo que morreste. Já não temos ocasião para a conversa que ambicionaste ou pelo contrário, talvez tenhamos todo o tempo da vida à nossa frente. Podes não dizer tudo o que queres ouvir. Porque nem sabes o que tinhas ludibriado em enganos e pouca atenção.
Decerto esperavas um comentário, mas não suporto a cobardia.
Em letra de imprensa olhei para a realidade com grande surpresa tua e isso magoou-me.
A liberdade não pode identificar-se com a bondade, a verdade ou a perfeição, é por natureza autónoma. Qualquer identificação ou confusão de liberdade com bondade e perfeição implica a negação da liberdade e o fortalecimento dos métodos de compulsão... a própria liberdade é semelhante ao paradoxo... quem não abdica da liberdade vive muito... muito preso.
 
Nota: Foto By Clark Little

Tuesday, February 03, 2009

LISTEN TO ME II PPLX- REPOSIÇÃO


LISTEN TO ME II / AUDITÓRIO CARLOS PAREDES / BENFICA
DIAS 18 19 20 E 21

Pequeno Palco de Lisboa
Peça encenada por Rui Luí Brás, Promessa de fazer Rir a.... Pensar! Com música de Pedro Bargado!

Sunday, February 01, 2009

Porque Acho que é Importante: Capítulo III_ Stanislaski

A Construção da Personagem

Constantin Stanislaski

Capítulo III Personagens e Tipos

I
(...) Há actores (...) que não sentem necessidade de preparar caracterizações ou de se transformarem noutros personagens, porque adaptam todos os papéis a seu encanto pessoal. Edificam o seu êxito exclusivamente sobre essa qualidade. Sem ela ficam desamparados do que Sansão depois que lhe tosquiaram as madeixas. "Há uma grande diferença entre procurar e escolher em nós mesmos emoções que se relacionem com um papel e alterar esse papel para que sirva aos nossos recursos mais fáceis. "Qualquer coisa que se possa interpor entre a sua própria individualidade humana, inata, e o público, parece alarmar tais actores. "Se a sua beleza física afecta os espectadores, eles exibem-na com alarde. Se o encanto está em seus olhos, seu rosto, sua voz, seus maneirismos, eles dirigem-nos como um foco de luz sobre a platéia, como fez voçê, Sônia. "Para que nos transformarmos noutra personagem quando ela nos torna menos atraentes do que na vida real? O caso é que voçê de facto gosta mais de voçê no papel do que do papel em voçê. Isso é um erro. Voçê tem capacidades. É capaz de mostrar não só voçê mesma, como também um papel criado por por voçê.
"Há muitos actores que crêem e confiam no próprio encanto e é isso que mostram ao público. Por exemplo, Dacha e Nicolau. Eles pensam que o encanto está na profundidade dos seus sentimentos e na intensidade nervosa com que os experimentam. E nessa base interpretam cada papel, aprimorando-o com os seus próprios atributos naturais mais fortes.
"Enquanto que voçê, Sônia, está apaixonada pelos seus próprios atributos externos, os outros, os outros dois não são indiferentes às qualidades interiores que têm...mas apenas isso?
(...)"Há entretanto, actores de outro tipo. Não presisam olhar à volta. Ainda não tiveram tempo de se transformar nesse tipo. Esses actores prendem o público com os seus modos originais, sua variedade especial e finalmente elaborada em clichês histriônicos sem autenticidade. Seu único objectivo é pisarem o palco e exibi-los aos espectadores. Por que iriam ter o trabalho de se transformar noutras personagens quando isso não lhes daria a oportunidade de mostrar o seu forte?
"Uma terceira categoria são os actores falsos, são os bons em técnica e clichés mas que não desenvolveram por si mesmos, contentaram-se em tirá-los de outros actores de outras épocas e países. Essas caracterizações baseiam-se num ritual convenssionalismo. Eles sabem como cada papel de um repertório mundial deve ser feito. Para eles, os papéis já estão permanentemente recortados segundo um cliché aceite.
(...)o ser humano que voçê é, é muito mais interessante e talentoso que o actor. Deixe-nos vê-lo, porque o actor Govórkov é uma pessoa que já vimos em todos os teatros.
(...)

Friday, January 23, 2009

Mais Um Tributo a Fernando Pessoa


"A poesia é o real absoluto" Novalis



"Tudo o que vemos é outra coisa." Fernando Pessoa

( O menino só) CAEIRO: quer dizer homem que faz a cal e a transporta. A cal, que serve para a construção, e que é a última coisa a cobrir os seres humanos quando à terra descem.

Álvaro de Campos geme: Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado, / O emissário sem carta nem credênciais, / O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro...

Basta que a vida seja só a vida. E que eu a viva. Ricardo Reis

Todo começo é involuntário.

A única maneira de teres sensações novas é construíres-te uma alma nova. Baldado esforço o teu se queres sentir outras coisas sem sentires de outra maneira, e sentires-te de outra maneira sem mudares de alma.

...............

Mudar de alma como? Descobre-o tu.

Depois de amanhã, sim, só depois de amanhã...

Levarei amanhã a pensar em depois de amanhã,

E assim será possível; mas hoje não...

.......................

Amanhã é o dia dos planos.

Amanhã sentar-me-ei à secretária para conquistar o mundo; Mas só conquistarei o mundo depois de amanhã....

..........

Amanhã te direi as palavras, ou depois de amanhã...

Sim, talvez só depois de amanhã...

Os deuses vendem quando dão.

Obrigada Fernando Pessoa,

E para aqueles eruditos ou artistas que dizem "Tanto pessoa já enjooa", não confundimos nós as reacções nem as situações. Isabel da Nóbrega

Wednesday, January 21, 2009

REPOSIÇÃO DO LISTEN TO ME II


LISTEN TO ME II - PP de LX


A estreia foi um sucesso! No TeatroEsfera e agora vamos voltar!

MAIS INFO EM:


Obrigada aos meus colegas do PP dE LX, Durval Lucena e ao nosso encenador

RUI LUÍS BRÁS!
PELA LINDA OPORTUNIDADE!

Pelo amor da Santa... os meninos estão parvos... não percam está oportunidade! óh COISINHOS!!! AHAHAHAH! momento... tenho que atender... TOU???

DA TáTá, a "tia" viciada no telémovel...








Friday, January 09, 2009

LISTEN TO ME II com PEQUENO PALCO DE LISBOA



ESTREIA DA PEÇA:



LISTEN TO ME II



DIAS 14 a 18 DE JANEIRO no TEATROESFERA.



Peça encenada por Rui Luís Brás, com o GRUPO do PEQUENO PALCO DE LISBOA.


Esta peça é muito divertida e representa vários esteriótipos da nossa sociedade!
Desde a Velhota que fala com a televisão para a protagonista da novela, a "Tia" que fala fala fala e não diz nada, o Alucinado que "descobre a verdade" do esquema da vida durante a "moca", o Padre cheio de pecados, uma "Ocupa" que não saí do meio dos acessos da portagem da A5 e que está a ser entrevistada para a T.V., etc.

HORÁRIO:
DE 14 A 18 - 21H30
DIA 18 - 16H30 E 21H30

PREÇO:
5EUROS

Contactos: 21 430 34 04 e 96 422 50 21

O Teatro esfera é na Rua Cidade Desportiva, Monte Abrão, 2745-012 Queluz



APAREÇAM! DIVERSÃO E ALEGRIA NÃO FALTARÁ!

O PEQUENO PALCO DE LISBOA
É um grupo de Teatro formado com o intuito de estimular, atrair, captar novos públicos e fomentar ainda o surgimento de novas dramaturgias.
O Pequeno Palco de Lisboa abriu as cortinas do seu talento numa noite fria de Inverno de 2003 e, desde aí, trabalha afincadamente para que o seu público se divirta e se emocione.
Tem como director artístico o actor e encenador Rui Luís Brás. Contamos também com Durval Lucena, como nosso professor.



DESDE JÁ UM OBRIGADA!!!


Agora o PEQUENO PALCO DE LISBOA volta a cena com:


LISTEN TO ME II

Monday, December 29, 2008

HAROLD PINTER

O Fantástico Dramaturgo, Encenador e Actor britânico Harold Pinter morreu na véspera de Natal, aos 78 anos. Dia 25 de Dezembro de 2008.
Considerado o maior dramaturgo da actualidade na Grã-Bretanha, Pinter foi agraciado com o Prémio Nobel de Literatura, em 2005.

Nascido num bairro do leste de Londres e filho de um alfaiate, ele escreveu mais de 30 peças de teatro, entre elas "Festa de Aniversário", "A Volta ao Lar" e "O Porteiro".
Seu estilo marcante, com longas pausas...depois... os diálogos, mereceu até um vocábulo no dicionário Oxford da língua inglesa: o Adjetivo "Pinteresque".

Pinter também actuou como Actor, Director Teatral e Director de Cinema.
Ele desenvolvia as suas personagens densamente por um lado psicológico, humano e com muito respeito.
Eu considero muito este senhor!
Entre suas obras mais conhecidas está o filme "A Mulher do Tenente Francês". Em 2007, ele participou do roteiro e do elenco de "Um Jogo de Vida ou Morte", ao lado de Jude Law e Michael Caine. Harold o dramaturgo também era conhecido na sua participação em campanhas pela defesa dos direitos humanos...

Antes de ganhar o Nobel, Pinter disse que desistiu de escrever peças de teatro e que se concentrou noutras formas de literatura, principalmente poesia. As Minhas energias estão a ir noutras direcções diferentes, certamente para a Poesia. disse. Mas, também nos últimos anos, eu fiz vários discursos políticos em vários lugares e cerimónias. Estou a usar muita energia, mais especificamente em situações políticas que, eu acho, que são muito preocupantes devido à forma de como as coisas estão.
Em 2003, Pinter publicou um livro de poesia antiguerra, intitulado "War" (Guerra).
A obra, que critica a guerra no Iraque, deu-lhe o prémio Wilfred Owen, em homenagem ao poeta que morreu na Primeira Guerra Mundial.

OBRIGADA HAROLD!

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA

O MEU PÉ DE LARANJA - LIMA.
José Mauro de Vasconcellos!
É fabulosa esta história e este senhor e:
RUI LUÍS BRÁS - OBRIGADA POR A TRAZERES A TODOS!!!

e por a compores.

O Zezé, O Portuga, O Pé de Laranja Lima... e Eu quero uma mulher bem nua..., respectivamente- vivem e cresceram comigo desde que sou pequenina e tenho um livro velhinho que me acompanha sempre que o meu AVÔ me apresentou!
Nem toda a gente conhece esta história e por tal te agradeço... e bolas... mas porque será que choro sempre? HUM?
É O PÉ! E O E.T!
ESTÁ em cena no TEATRO POLITEAMA esta linda peça, encenada por Rui Luis Brás.
Sábados e domingos às 15 horas !
Só quem sabe o que perde é que sabe que deve ir!


Saturday, November 15, 2008

Temos Azuis

Aquilo que te dou é sempre teu.
Temos vermelhos muito fortes.
Embebidos nas palavras.

É o acasalamento entre a palavra e a música.
Temos azuis muito tingidos.
Ardendo na melodia.

Inspiro-me nas palavras da melodia para escrever aquilo que te dou é sempre teu!

A dança do Acordeão com a Percursão arrepia o ritmo do sangue que torna, retorna e entorna em mim...
É azul... Azul Claro!
E Vai e Vem!
A questão emocional é uma constante... e inspiro-me nas palavras da melodia para escrever aquilo que te dou é sempre teu!


( Dedicado ao Projecto MaramaR de OlgaSotto)

Saturday, November 01, 2008

pEnso

penSo muito e penSo demais e dOu por mim a pensar constantemente às vezes penso nas miNhas palaVras e penso meticulosamente em tudo o que sou mas porquê não sei e não quero um moTivo que sejA e não sei e não sei mas não sei...e amo desEsperadamEnte... e depois não sei dos outros e dePois não sei de mim e desse amor qUe tenho cá dEntro e Penso quE não estou inspirada paRa falar de miM e falo e falo e falo e Não queRo a solidão mas apenas estar só por acaso se for caso disso mas o vaZio e isso e essa coisa...não quero e está a chOver e pOr vezes estou eufóriCa e é canSativo também... esta teMpestade mAs também não molha e se correres molHa mEnos podes crer e dePois não é só isSo pois sinto qUe sou uma pessoa riDícula por teR a lata de vir para aqui e falar só de Mim quaNdo olho à vOlta

Wednesday, October 08, 2008

Por enquanto...Vamos SER!

Alimentaram-se... de tretas e culparam-se mutuamente...

POR ENQUANTO... desculpem o desabafo... mas a liberdade é uma maluca... ou não é?
Ainda bem que ela existe, pois foi a única que me acompanhou!
Nas costas e pelas costas... que coisa feia... meus senhores... !
Dar cobertura, ouvir e ouvir, dar avalo e ainda encherem-se de posturas...
...ser um bom imitador não vale de nada... devemos SER e NÃO PARECER!
E mais, devemos ser realmente amigos e não imitar amizades... Não imitar nada e às vezes ter a rebeldia de... desculpem-me a expressão... "Pôr a Boca no Trombone".
O que foi isso?
WHATEVER!!
AND
NEVER MORE!

Friday, April 11, 2008

Duende Verde


Natural de: Debaixo da Terra, Idade. 3000, Nome: Miss. Blue, Raça: Duende Verde, Profissão: Palhaça.



Tuesday, April 08, 2008

Todas as Pedras...


"Guardo todas as pedras em que tropeço no caminho, pois um dia construirei com elas um castelo."
Fernando Pessoa




Sunday, April 06, 2008

Disse ela e Disse ele!

E disse ela: "...qual é a melhor maneira para desenvolver os meus objectivos?... agora revejo-me e liberto-me da pressão de ter que satisfazer expectativas de outras pessoas em relação a mim..."

"É um momento onde estás a dar mais valor a ti mesma, e onde estás a estabelecer prioridades novas..." Disse ele.

"Estou muito exigente". Disse ela. "Pensando em mim mesma, como nunca estive. Vejo agora os meus objectivos, e tudo o que tenho para viver... "

"Será que estás a usar todas as tuas capacidades? Será que estás a aproveitar todas as oportunidades? O que é melhor para ti? Não deixes que te continuem a tratar mal! À tua frente! Descaradamente! Porcamente! ELE É HORRÍVEL!
Quem está...realmente comigo?... quem não...?
Disse ele.

" HUM" Disse ela.

Friday, April 04, 2008

Oferenda

"E diz uma mulher:
-Não fui oferecida de maneira nenhuma... e isso até vos pode provocar irritação... supostamente estariam a dar-me qualquer coisa... presumo?"

... faço-o eu a mim!

Reconheço e dedico-me.
Integro-me.
Recompenso-me.
Valorizo os meus objectivos pessoais e colectivos.
É um momento em que percebo que é preciso dedicar-me mais....a mim.
É necessário pensar no que me está a faltar para realizar os meus ideais e encontrar as minhas fontes de conhecimento.
Vejo melhor o significado das coisas.

Assim, é mais fácil definir as prioridades.

Demonstro-me.
Contacto um contacto profundo com o meu próprio ser.
Concentro-me.
E procuro tudo aquilo que me dê prazer, que me estimule a aprender.
Sinto uma enorme amplitude na minha sensibilidade e na facilidade da incorporação das influências externas.
Amigos!
Tenho bons relacionamentos e amigos.

Identificação.
Preocupo-me.
Procuro trabalhar com um grupo sempre... sempre....